Uma dica simples para evitar a procrastinação.

5 de junho de 2015
Coaching&Carreiras

Um novo estudo revela que uma simples mudança na forma de mensurar o tempo pode levar você a começar suas tarefas mais cedo

 
Produtividade, estresse (Foto: shutterstock)

Como combater a tendência humana à procrastinação? Este é um tema que interessa não só aos empresários, mas também a muitos psicólogos. É só dar uma olhada na quantidade de pesquisas sobre o assunto.

Um estudo recente, da Universidade Southern California, traz mais um item para a lista de dicas para combater esse mau hábito. Trata-se de uma sugestão simples de ser adotada e, segundo a pesquisadora Daphna Oyserman, pode ter um grande impacto positivo na produtividade, como divulgou a revista Inc.

A investigação partiu de uma pergunta simples: faz diferença se pensarmos nos prazos para os nossos objetivos em termos de dias, meses ou anos?

Em tese, não deveria fazer. Mas a pesquisa mostrou que faz. Foi perguntado para os participantes quando eles começariam a guardar dinheiro para pagar a faculdade ou para a aposentadoria. Deveria ser considerado que a faculdade começaria dali a 18 anos – ou 6.570 dias. Já a aposentadoria chegaria em 30 ou 40 anos – ou 10.950 dias e 14.600 dias, respectivamente.

O resultado revelou que os participantes planejaram começar a guardar dinheiro quatro vezes mais cedo quando pensavam no evento em termos de dias, em vez de anos.

Por que uma simples mudança no modo de pensar no prazo para um objetivo faz uma diferença tão grande? A conclusão da pesquisadora é que mensurar o tempo em dias faz com que o futuro pareça mais próximo. E quando algo está próximo, a tendência é começarmos a realizar.

“Esses estudos nos ensinaram que se o futuro não parece iminente, mesmo que seja importante, as pessoas não começam a pensar em seus objetivos”, diz Oyserman.

Uma medida fácil de adotar. Da próxima vez que precisar estabelecer um prazo para si mesmo, não pense em um mês. Mas, sim, em 30 dias. Suas chances de começar – e terminar – mais cedo, são maiores.

Fonte: Revista Época.

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